
Claude Code
com o Claudinho
O Claude no terminal: o que o Vagner usa nos vídeos.
Para quem está começando agora, um site empresarial fica na faixa entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, enquanto o primeiro Pix dos alunos costuma cair entre R$ 300 e R$ 3 mil. O caminho mais seguro é entrar cobrando um valor acessível para ganhar casca, subir o ticket a cada nova entrega e adicionar uma mensalidade sempre que o projeto exigir acompanhamento contínuo.
Vagner Mazzeo · atualizado em · 9 min de leitura
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Eu nunca trabalhei com tabela de preço engessada, porque o valor justo de um projeto depende tanto do faturamento de quem contrata quanto do que vai junto na sua entrega. Use a calculadora abaixo para simular a sua faixa ideal antes de montar a proposta.
Cobra pelo projeto R$ 1 mil a R$ 5 mil
E todo mês R$ 130 a R$ 250 por mês
É o que eu falo pra quem tá começando: cobra R$ 1 mil no primeiro e vai subindo pra R$ 2 mil, R$ 3 mil, até chegar nos R$ 5 mil. O Vinicius já passou disso: refez num domingo o site de uma corretora de seguros e fechou R$ 5.500.
É pouco por cliente, mas soma: o Abel tem 17 sites a R$ 130 por mês e recebe R$ 2.200 todo mês sem vender nada novo. Quem cobra assim: Abel, R$ 130; Nicolas, R$ 150 a R$ 200; Otávio, R$ 200; Charles, R$ 250.
Casos reais nessa faixa
Todo número aqui é de verdade: é o que eu e os meus alunos fechamos com cliente. Ficou na dúvida? Joga o valor no grupo antes de mandar a proposta, que a turma te devolve o número em minutos.
| O que você vende | Faixa | Casos reais |
|---|---|---|
| Landing page | R$ 600 a R$ 3 mil |
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| Site institucional | R$ 1 mil a R$ 5 mil |
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| Site com painel | R$ 4 mil a R$ 8 mil |
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| Loja virtual | R$ 2.300 a R$ 8 mil |
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| Sistema sob medida | R$ 10 mil a R$ 20 mil |
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| O que você cuida todo mês | Faixa | Casos reais |
|---|---|---|
| Manter o site no ar | R$ 130 a R$ 250 por mês |
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| O sistema rodando | R$ 500 a R$ 2.500 por mês |
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| Conteúdo e anúncio | R$ 500 a R$ 2.500 por mês |
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Todo número aqui é de verdade: é o que eu e os meus alunos fechamos com cliente. Ficou na dúvida? Joga o valor no grupo antes de mandar a proposta, que a turma te devolve o número em minutos.
Os números da calculadora servem como ponto de partida para você não chutar no escuro. Na hora de sentar com o empresário, porém, quatro fatores práticos fazem esse valor subir ou descer, e vale entender cada um deles olhando para os contratos reais que a turma tem fechado.

1. O faturamento e o porte do cliente. A mesma estrutura técnica pode valer R$ 1 mil numa esquina e R$ 10 mil num endereço nobre. Eu já vendi exatamente o mesmo pacote de site com configuração de Google Ads (aliando como divulgar minha empresa e carrossel com IA) por R$ 10 mil para uma empresa e por R$ 5 mil para outra logo em seguida, porque sabia que o segundo dono não teria caixa para bancar os dez. Não faz sentido cobrar R$ 10 mil de uma barbearia pequena de bairro, mas faz todo sentido cobrar esse valor de uma rede de estética ou franquia de shopping. No vídeo abaixo, eu abro os bastidores de três meses da minha operação e mostro desde pacotes de R$ 14 mil a R$ 16 mil até agentes vendidos por R$ 5 mil de entrada mais R$ 800 mensais.
2. O pacote que acompanha a página. Quando você não vende o site isolado e inclui estrutura completa de posicionamento, painel de controle, CRM e atendimento para uma empresa maior ou clínica estruturada, o valor percebido sobe para uma faixa intermediária e alta de R$ 5 mil a R$ 10 mil. Foi assim que o Gabriel Adalves fechou R$ 10.000 de implementação mais R$ 1.000 de mensalidade entregando a estrutura completa:
3. O retorno financeiro que a página traz para o negócio. Esqueça aquela conta antiga de multiplicar quantas horas você levou na frente do computador. Empresário nenhum compra as suas horas de digitação; ele compra o cliente novo que vai chegar pelo site. O Murillo, por exemplo, vendeu o primeiro site dele para o escritório de advocacia de um conhecido por R$ 3.499,90 mesmo sabendo que levaria meia hora para deixar a estrutura pronta no Claude Code.
O maior tiro no pé que você pode dar é usar a velocidade da ferramenta para desvalorizar o seu próprio trabalho. Um aluno contou no grupo que abordou um barbeiro dizendo que, como fazia tudo com inteligência artificial em cinco minutos, cobraria apenas R$ 150; o dono achou que era esmola demais, desconfiou da qualidade e desistiu da compra. Quando o cliente perguntar como você produz tão rápido, assuma que usa IA de ponta para entregar com padrão superior, exatamente como oriento em e se o cliente perguntar se é IA?.
4. A segurança na hora de falar o valor. Quem está começando quase sempre peca por cobrar de menos. Um aluno montou o site de uma clínica odontológica tradicional, que funcionava havia doze anos no centro da cidade dele, e perguntou no grupo se devia cobrar R$ 430; em oito minutos a comunidade inteira avisou para ele cobrar pelo menos R$ 1 mil pelo porte da clínica. A Amanda viveu algo parecido ao apresentar um site para um escritório de advocacia criminal: ela pensava em pedir R$ 5 mil, ouviu da turma que a solução completa para o escritório valia o dobro, enviou a proposta com R$ 11 mil ancorado e fechou o primeiro contrato por R$ 10 mil. Só lembre de uma regra de ouro: conforme você subir o seu preço de um cliente para o outro, capriche ainda mais no nível da entrega.
Uma página institucional enxuta ou uma landing page, aquela página única desenhada com um objetivo direto como fazer o visitante clicar no botão do WhatsApp, é a porta de entrada mais rápida para quem está destravando os primeiros clientes. Nessa faixa inicial, muitos alunos começam fechando projetos redondos de R$ 1.000, como o Performize registrou no grupo logo na primeira venda dele.
Com um pouco mais de repertório visual em modelos de site prontos e somando a ficha do Google Meu Negócio, essa entrega de entrada sobe tranquilamente para a casa de R$ 1.500 a R$ 2.500, mesmo fora das grandes capitais. O Vitor Rodrigues, atendendo em uma cidade do interior de cerca de 10 mil habitantes, fechou o pacote de site mais Google Meu Negócio por R$ 2.500 logo nas férias:
Vale guardar que estrutura simples não significa preço baixo obrigatoriamente. Se uma página única for construída para um cirurgião plástico, uma imobiliária de alto padrão ou um escritório tributário, um único cliente que chegue pelo botão de WhatsApp já paga o projeto inteiro, e o seu orçamento pode acompanhar esse valor agregado.
Cobrar recorrência mensal só é honesto e sustentável quando existe trabalho contínuo rodando para aquela empresa, seja atualização frequente de catálogo, gestão de tráfego pago, manutenção de banco de dados ou um agente de IA atendendo leads no WhatsApp. Quando o cliente compra apenas um site institucional estático que não muda nunca, eu prefiro cobrar bem na implementação à vista e não inventar mensalidade vazia.
Nos projetos que pedem acompanhamento contínuo e operação comercial ativa, a estrutura que melhor funciona é cobrar uma taxa de setup na entrada e uma mensalidade fixa de gestão todos os meses. Veja o resultado do Arthur na comunidade, que fechou R$ 6.000 de setup mais R$ 4.000 de mensalidade recorrente atendendo empresas que precisam desse acompanhamento próximo:
Mesmo em contratos menores, essa lógica de implementação somada à recorrência cria uma base sólida para o seu caixa. Eu fechei um e-commerce de máquinas industriais por R$ 8 mil de implementação mais R$ 300 mensais, enquanto o Leandro Lemes fechou com uma loja de autopeças de linha pesada um pacote de diagnóstico, CRM, Google Meu Negócio e IA analisando os dados da loja por R$ 2 mil por mês num contrato de seis meses.
Uma dica prática que salva negociações é nunca picotar a cobrança mensal em várias taxas pequenas. Certa vez, um aluno ia enviar uma proposta de landing page com Google Ads cobrando R$ 1.300 de criação, mais R$ 100 de manutenção do site e R$ 450 de gestão dos anúncios por mês. Eu mandei um áudio na hora orientando a juntar tudo num valor seco, porque quanto mais linhas de cobrança o empresário lê, mais ele sente que está pagando caro. Ele simplificou para R$ 1.300 de entrada mais R$ 500 mensais e fechou o negócio três horas depois.
Por fim, deixe sempre escrito na proposta o que está coberto pela mensalidade para você ter paz no fim de semana e não correr o risco de o cliente ligar no domingo à noite pedindo para refazer páginas inteiras. Custos variáveis de infraestrutura, como hospedagem dedicada, consumo de tokens e chaves de API de agentes, também precisam ficar na conta do cliente ou embutidos com folga no valor mensal, como detalho em quem paga o Claude do cliente.

O site quase sempre é o primeiro degrau de confiança. Depois que o empresário vê que você cumpre prazo e entrega bonito, fica muito fácil voltar na mesma empresa e oferecer um painel administrativo, um controle de estoque ou uma automação de atendimento. O Gabriel Adalves fez essa escada com perfeição: primeiro vendeu um site simples para uma adega por R$ 1 mil; pouco tempo depois, voltou ao mesmo cliente oferecendo loja online, CRM, controle de estoque e agentes no WhatsApp, e fechou um segundo contrato de R$ 10 mil mais R$ 1 mil por mês.
Quem já entra resolvendo a operação comercial junto com a página consegue cobrar tickets altos desde a primeira conversa. O Rafael fechou um pacote com site, painel e CRM integrado ao WhatsApp por R$ 6.100, recebendo R$ 3.500 de entrada no mesmo dia. E a Laysa Cintra fechou um projeto completo de R$ 20 mil unindo site, CRM e agente de IA, já com R$ 10.000 de entrada depositados na conta para dar início ao trabalho:
Na minha operação, detalho passo a passo como cobrar o cliente usando mensagens prontas para clientes: eu recebo o valor antes de entregar os acessos finais, seja à vista no Pix ou parcelado no cartão de crédito. Muita gente na comunidade também trabalha com 50% de sinal na aprovação da proposta e 50% na entrega, exatamente como a Laysa fez no contrato de R$ 20 mil. A prévia inicial você mostra sem custo para conquistar o cliente, mas o desenvolvimento completo só começa depois que o pagamento cai.
Uma regra que nunca quebro é não fazer parcelamento informal no boleto ou no Pix de boca: Pix é exclusivamente à vista. Quando o empresário prefere diluir o pagamento, você gera um link de cartão em segundos no aplicativo do seu banco ou de plataformas como a InfinitePay e o Asaas, cola no PDF da proposta ao lado da chave Pix (veja como montar a proposta comercial) e recebe com segurança, mesmo que o cliente parcele em até 12 vezes.
Colocar as duas modalidades lado a lado na proposta ajuda inclusive a fechar à vista. Naquele cliente que conheci num churrasco, apresentei R$ 13 mil no Pix ou três parcelas de R$ 5 mil no cartão; como a diferença ficava clara no papel, ele preferiu transferir os R$ 13 mil na hora. Para as mensalidades, você pode tanto combinar um dia fixo de Pix quanto ativar uma assinatura automática no cartão, e é fundamental deixar tudo registrado em um contrato de prestação de serviço, seguindo também as orientações de preciso de contrato ou nota fiscal?.
Se o empresário balançar no valor à vista, mostre imediatamente a opção parcelada no cartão e mantenha a conversa quente no mesmo dia, sem deixar esfriar. Quando a pessoa visualiza o orçamento e some por causa da correria, o segredo é chamar para uma conversa rápida de alinhamento para entender se a trava foi fluxo de caixa ou escopo, como mostro passo a passo em o cliente achou caro ou sumiu.
Todo o roteiro para chegar até o envio da proposta, desde escolher o primeiro nome da sua agenda até apresentar a página pronta no navegador, está detalhado em como vender sites. E se você ainda está colocando na ponta do lápis o custo da ferramenta, basta olhar os números em quanto custa o Claude: fechar um único site de R$ 1.500 já paga com folga um ano inteiro do plano Pro, que soma R$ 1.320 (12 vezes R$ 110).
O MazyOS não é da Anthropic; Claude é marca da Anthropic.
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Vagner Mazzeo
O Vagner Mazzeo sou eu, criador do MazyOS e fundador da agência Mazzeo IA. Estou há 8 anos no mercado digital e hoje implemento inteligência artificial com o Claude para empresas, em projetos de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Mostro esse trabalho de tela aberta no meu canal do YouTube (@vagnermazzeo), que soma 46,3 mil inscritos em 16/10/2026.
Quem é o Vagner